Quem é estudante no país, provavelmente já ouviu falar no sistema proporcionado pela Lei de Cotas. Se você ainda não sabe do que se trata, fique tranquilo! A verdade é que a popularização das cotas ainda precisa ser mais discutidas nas instituições de ensino.

Mas você não precisa esperar para que essa informação chegue até você!

Como surgiu a Lei de Cotas?

Levou-se algum tempo para que o sistema de cotas fosse instalado e passasse a funcionar como uma lei. Mas na realidade, esse debate começou há muitas décadas.

O preceito surgiu a partir de um termo denominado “injustiça histórica”, que como o próprio nome indica, leva em consideração fatos históricos que colocaram povos, raças e pessoas com necessidades especais em situação de desvantagem.

A Lei de Cotas visa reparar de alguma forma esses danos, instalando o sistema que a longo prazo pode mudar o cenário de desigualdade no país.

O que é a Lei de Cotas?

Essa lei é a garantia que um determinado percentual de vagas para trabalho ou estudo seja destinado oficialmente ao público alvo das cotas.

Vale mencionar ainda que essa categoria pode ter sub-divisões, como é o caso das cotas raciais, cotas para estudantes da rede pública, cotas para renda baixa e média, cotas para pessoas com necessidades especiais, entre outras.

Onde está instalada?

Existem diversos programas que têm a Lei de Cotas como uma regra já popularizada, por exemplo o SISU 2020que já disponibiliza um grande número de vagas para as cotas.

Além de poder participar das inscrições SISU 2020 através do sistema de cotas, o estudante também pode concorrer nesta categoria para o Prouni.

Qual a importância dela?

Você já conferiu como funciona a Lei de Cotas, mas será que compreendeu qual é a real importância dela? Como foi menciona anteriormente, a função da lei de cotas é tentar reparar uma injustiça histórica através de um percentual de vagas.

Essas vagas são disputadas dentro da própria categoria de cotas, o que permite que a universidade e diversos ambientes públicos sejam mais ocupados por negros, pardos e indígenas, por exemplo.

Essa proposta também possui uma grande visibilidade no futuro, no qual o cenário do mercado de trabalho seja variado e para que as pessoas que não possuíram privilégios históricos possam ocupar o cargo desejado, seja como médico ou como empreendedor.